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ERROS DE PRONUNCIA

Método > Aplicações Terapêuticas

CORREÇÃO DOS ERROS DE PRONUNCIA

Dissemos o suficiente sobre a utilização do Fosfenismo nas perturbações ligeiras da linguagem, como a balbuciação emotiva e também com o objetivo de ter a pronúncia correta de uma língua estrangeira, para não ter necessidade voltar a falar na ortofonia que quer dizer, a ciência da correção dos verdadeiros defeitos de pronuncia: evidentemente, para que esta correção seja feita deve aplicar o mesmo trabalho habitual, mas com o fosfeno.


Gaguejo: caracterizado principalmente pela repetição de certas sílabas, uma arritmia da linguagem e uma pronunciação explosiva. No livro “A ativação do cérebro pela audição alternada” , assinalamos que observamos uma centena de vezes o desaparecimento do gaguejo quando a criança fala com a audição de um som alternadamente à direita e à esquerda, com um aparelho chamado “Alternofone”. O som deve ser intenso, contendo um estalido e um ritmo por volta de um segundo e meio em cada lado. É tão nítido que nas feiras de inventores, cada vez que uma criança gaga passava em frente do nosso stand, púnhamos os auscultadores do aparelho: a criança falava normalmente enquanto ouvia o som. Ora, como com o Fosfenismo, os efeitos da audição alternada persistem entre as sessões se insistirmos.

Pronúncia “ l " em vez do “ r ”:
Quando era médico escolar, apercebi-me que podíamos corrigir facilmente e definitivamente uma criança com menos de sete anos dos seus defeitos de pronúncia, em pouco tempo, para não dizer em alguns instantes. Para o fazer precisamos de um “baixa língua” (também nos podemos servir do cabo de uma colher de sopa).


Pronuncia “sopinha-de-massa”, levantamos a ponta da língua com o “baixa língua” carregando ligeiramente com a ponta no freio lingual. Depois, uma ligeira pressão para cima baixando a mão do operador, fazendo bascular o instrumento sobre os dentes, o que levanta um pouco a outra extremidade do instrumento. Desliza-se então muito ligeiramente por baixo da ponta da língua e o aluno, baixando um pouco a ponta da língua sobre o instrumento. Fica assim nesta posição. O instrumento é portanto aplicado sobre a face inferior da ponta da língua, mantendo-a meia voltada para cima. Mantém-se o “baixa língua” nesta posição o que impõe à língua uma forma de gancho, durante todos os esforços de pronunciação que pedíamos à criança. É portanto a face inferior da ponta da língua que é mantida na vertical ou ligeiramente para cima devido ao instrumento. Sem relaxar esta pressão, pedir à criança para pronunciar palavras começando com um “j” ou um “s”, como “jardim, sapato”, depois com “ch” como “chapéu, chave, cheiro”. A criança ficará surpreendida pelo facto de pronunciar as palavras normalmente.
Outro método no livro "A Conjugação Fosfénica em Pedagogia
" página 239.

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